| Desejo mórbido |
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| Escrito por Zanna Santos |
| Sáb, 23 de Fevereiro de 2008 15:01 |
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Desejo mórbido Zanna Santos Onde andarás tu oh morte minha, Que de mim a dor ainda não ceifastes? Por ventura não sabeis que és anseio, Quando a vida sucumbe à alma? Onde andarás tu que embargas minha hora, Majorando meu ser numa infindável lamentação? Declarado está o que a mim é devido, Dai-me a sentença que dimana de tuas mãos. Rompa meus grilhões, leva-me contigo, Arranca-me da terra como a raiz estéril, E que seja a fornalha o meu tálamo, E a aragem do alem o meu jazigo,
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